quinta-feira, 10 de maio de 2012

“A criação da Praça da Estação coincide com a fundação de Belo Horizonte no final do século XIX. Antes mesmo da inauguração da capital, a região nas proximidades da Estação já apresentava quarteirões em formação, com restaurantes e edificações novas atraindo ao local um movimento regular de transeuntes.” Fonte:http://www.mao.org.br/port/cronologia1.asp
      Foto Lucas

O termo cotidiano, português brasileiro, ou quotidiano, português europeu, significa aquilo que é habitual ao ser humano, ou seja, está presente na vivência do dia-a-dia. Cotidiano também pode indicar o tempo no qual se dá a vivência de um ser humano; também pode indicar a relação espaço-temporal na qual se dá essa vivência.
 Fonte: MAFFESOLI, Michel. O instante eterno: o retorno do trágico nas sociedades pós-modernas. São Paulo: Zouk, 2003.

COTIDIANO DAS CIDADES

  Em a Cidade Generica: " Identidade é uma ratoeira  como que camundongos, em que mais e mais tem que compartilhar a isca original, que é muito controladas, podem levar Séculos para esvaziar. Embora forte identidade mais, acuado, especialmente se resistente a expansão Interpretação, da Renovação ou contradição. Identidade SE torna-se um farol padrão fixo: Você pode mudar sua posição ou Essa mensagem Em mim apenas para desestabilizar costa de navegação."
 "Pode-se dizer que as cidades são fruto de realizações humanas, uma criação que foi sendo moldada ao longo de um processo histórico e que ganhou materialização diferenciada, em função de determinantes históricos específicos. O espaço urbano é um espaço produzido socialmente, modificado de acordo com as possibilidades de cada civilização. A cidade passa a ser um reflexo de como vivem seus cidadãos uma vez que eles produzem e reproduzem o espaço através de sua faculdade de pensar, de compreender, mesclando em suas ações razão e emoção"

terça-feira, 8 de maio de 2012

Com sua origem ligada à construção da cidade, a Praça Rui Barbosa, mais conhecida como Praça da Estação, tornou-se um dos pontos mais atraentes e populares de Belo Horizonte. A pedra fundamental do local foi lançada em 1894, antes mesmo da inauguração da capital. Nos primeiros anos, o movimento na praça era proporcionalmente maior do que hoje, pois era por ali que chegava toda a matéria-prima para a construção da nova capital. Daí o nome Praça da Estação.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Projeto Centro Vivo na Praça da Estação e entorno.


Com o Projeto Centro Vivo houve a retirada das vagas de estacionamento, ampliação do campo visual, sensação de segurança e integração entre equipamentos urbanos (estação BHBus, Museu de Arte e Ofícios e Praça Rui Barbosa)

 

Alargamento e requalificação de calçadas, com criação de canteiros centrais – ampliação das vias para circulação de veículos


 

Recuperação urbana e paisagística da Praça Rui Barbosa.


 

Abertura de eixo visual e integração com Praça da Estação


 

Alargamento e requalificação das calçadas integrada a desobstrução das fachadas e ações de preservação do patrimônio histórico.


 

Hoje, a praça concentra arte, cultura e entretenimento.

  



HISTÓRIA DO CONJUNTO PAISAGÍSTICO E ARQUITETÔNICO DA PRAÇA DA ESTAÇÃO - PRAÇA RUI BARBOSA

No final do século XIX, foi escolhido o antigo Curral Del Rei para abrigar o poder público do Estado de Minas Gerais.
Sua ocupação obedeceu às diretrizes implantadas pela comissão construtora que pretendia dar a área destaque especial, por constituir " porta de entrada" da cidade através do transporte ferroviário.


Durante os primeiros tempos, as indústrias ( ferraria, serraria e tecelagem), hotéis, cafés e casas comerciais que por lá se instalaram, em meio a algumas residências.
Na década de 1920 a Praça da Estação passou por uma reforma urbanística e arquitetônica, e foi renomeada para Praça Rui Barbosa. 

 Em 1922, 0 prédio da Estação Central foi substituído por um edifício de estilo neoclássico. Em 15 de julho de 1930, foi inaugurado na Praça Rui Barbosa, defronte ao prédio da Estação Central, o " Monumento da Terra Mineira", também conhecido como " Glória eterna a Felipe dos Santos". 

Em 1980, o IAB ( Instituto dos Arquitetos do Brasil ) lançou uma campanha objetivando a preservação do conjunto arquitetônico da referida praça.Em 1988 foi executado o tombamento do conjunto e suas edificações, através do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG). .


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